Referências (Tate)

V) Die Welle

“Men at some time are masters of their fates: The fault, dear Brutus, is not in our stars, but in ourselves, that we are underlings” (Shakespeare – Julius Caesar Act I, Scene II)


“Die Welle” (Alemanha, 2008) é um daqueles filmes que vai foder com a sua cabeça de um jeito que você nem imagina até quase acabar. Você já vê de cara que a premissa é genial e que a mensagem é muito mais profunda do que a leitura de uma sinopse pode indicar, mas só depois da metade, quando a coisa já tá completamente fora de controle, você consegue ter uma noção de quão amplo e quão IN YOUR FACE a coisa toda é.
Ok, um resumo da história: uma escola de ensino médio tem um programa optativo no qual, durante uma semana, os alunos se inscreverão em diferentes aulas, de acordo com seus interesses, para aprender sobre diferentes sistemas políticos. Rainer Wenger é um professor ex-punk/squatter que mora numa casa-barco e – obviamente – queria ficar com a sala de anarquia, mas acaba com a autocracia. Depois de um começo de aula no qual é difícil determinar quem está ali mais a contragosto, ele ou os alunos, ele tem uma idéia: iniciar um experimento ditatorial na própria sala de aula. Os alunos elegem Wenger como seu líder, e a partir de seus próprios conhecimentos e sugestões de Wenger, implementam as características fundamentais de um regime autocrático no grupo.
Isso por si só já seria fascinante como método de ensino e análise de ciência política for dummies. Mas, e aí entra a genialidade do filme, trata-se de um grupo de adolescentes atual, ou seja, o pudim existencial da Geração Y. E aí a coisa vira uma porra duma obra prima.
A geração Y é babaca. E eu só falo isso porque faço parte dela. A gente cresceu tomando novocaína na mamadeira do excesso de informação – quanto mais conhecimento, menos paixão. E quanto menos paixão, mais ceticismo. Só que o ceticismo é repetitivo, e apesar de saudável acaba se tornando uma coisa automática, uma atitude de descaso que cansa a mais anestesiada das criaturas. É daí que vem o tédio que nos é característico, e é do tédio que nasce a necessidade de buscar algo novo que traga alguma espécie de excitação. É um ciclo vicioso e nos tornamos um bando de cachorros caçando o próprio rabo atrás de alguma ideologia que logo descartaremos porque fomos programados para derrubar utopias com a lógica de que o auge da revolução que se pode atingir é satirizar as instituições vigentes. Trocamos mártires por memes, num misto de preguiça e desilusão.
O erro mais comum quando analisamos a geração Y é simplificar as coisas, botando a culpa da apatia no nosso egoísmo. E é isso que, de certa forma, “Die Welle” desbanca, porque apesar de sermos sim um bando de egoístas/mimados/filhinhos-de-papai, não é por isso que não temos ideais. Isso eram os yuppies. Não temos ideais porque os argumentos propostos são tão rasos quanto um ralo de chuveiro cheio de tufos de cabelo. Se alguém nos convencesse do contrário, estaríamos mais do que dispostos a nos unir. A real é que nós estamos DESESPERADOS pra nos unir. A gente luta pelo direito à individualidade e o respeito às diferenças, mas não tem bandeira nenhuma pra levantar. A gente foi criado com toda liberdade possível, mas não tem onde se apoiar.
Calma, eu não vou começar com o blablabla “meus pais não me deram a devida atenção”. É só pra explicar que o desespero já atingiu tal ponto que qualquer senso de grupo envolto num simulacro de causa, é algo a ser abraçado – seja em forma de uma gang ou de uma pseudo-luta sustentável num festival de rock. Faz você se sentir especial, melhor que os outros, enfim, como sempre foi. Isso é recorrente na história da humanidade, não é exclusivo dos herdeiros dos Baby Boomers: taí o próprio III Reich que não me deixa – nem deixa Wenger, já que o exemplo da sala de aula é obviamente Hitler quando começa a discussão sobre autocracia – mentir.
“Die Welle” é infinitamente mais contundente que qualquer filme do Michael Moore porque não apela, no sentido que não busca um “bandido”. Não fica apontando culpados na propaganda, no imperialismo ou na escrotidão específica de alguém: a culpa é da inocência que a gente não tem e dessa vontade de despirocar para além dos limites do hedonismo calculado. Dessa tendência ao delírio coletivo que beira a ambição de um Jack Skellington querendo fazer o natal. Lá pelas tantas Bomber, um dos meninos, fala sobre um grupo de cadáveres que são jogados pelas ondas na beira da areia e puxados de volta por décadas, como que em busca de redenção. A analogia à onda é brilhante primeiro por causa do nome (“die welle”, em alemão, é “a onda”), como pela menção à “redenção”. A gente não se sente culpado, mas queria. Queria sentir qualquer coisa na verdade, como (perdão por misturar as referências de filmes de novo) o próprio Jack, que está cansado de ser tão bom no Halloween que faz e se joga numa empreitada que não tem como dar certo mas que ele está convicto que será a solução para o seu vazio. Aí sim talvez entre o egoísmo da geração Y que “Die Welle” retrata. Não se trata de ser massa de manobra, e sim de buscar conforto pessoal numa pretensa ideologia.
A Box1824 disse no seu vídeo com os resultados de anos de pesquisa sobre os Millenials: we all want to be young. Queremos, mas nossa visão de juventude está ligada a uma rebeldia da qual não temos necessidade e nossa visão plana de história não analisa fatos num contexto, então não assimilamos isso como algo positivo e sim ausência de capacidade, o que se contrapõe ao aprendizado que somos capazes de tudo. A ausência de sentido nesse paradigma é o que causa o desejo – um desejo quase de consumo pelo estado sensorial proporcionado pela revolta contra qualquer tipo de repressão. Consumistas do transcendental, parte da onda que aprisiona a juventude de uma cidade alemã na era pós muro de Berlim.

IV) Inovação vs. Aceitação

III) Fanzines

Claro que em algum momento eu teria que tocar nesse ponto. Ele é, afinal de contas, essencial – talvez o mais importante dessa página.
Acontece que não haveria um Seje Menas se não houvessem os fanzines. Talvez não houvesse blog algum não fosse a cultura do fanzine, que nada mais é do que a cultura DIY. Fanzine é um nome derivado da junção das palavras “fan” e “magazine”. Sua história, porém, é difícil de definir. Pelas características DIY, é fácil associá-lo ao movimento punk. Tanto que algumas versões sugerem que o primeiro chamava-se Sniffin’ Glue, editado por volta de 1976, no auge da cena. Mas, devido ao seu caráter independente de pequenas tiragens com distribuição irregular e periodicidade indefinida, não é possível definir se esse foi realmente o primeiro. Até porque, o surgimento da imprensa independente também pode ser associado ao formato, dificultando o processo de definição. No Brasil, o mais famoso foi o coletivo gaúcho CardosOnline, um mailzine que contou com mais de 4 mil assinantes.
Agora, o que eu queria falar mesmo é sobre a influência que essa cultura, essa atitude, teve (e tem) sobre mim.
Como tudo que é alternativo e potencialmente subversivo, o conceito de anarquia sempre me foi muito atraente. Primeiro por ser algo aparentemente perigoso, mas principalmente por acenar com a possibilidade de uma liberdade de expressão que era tudo pelo qual eu desesperadamente ansiava.
Tendo nascido quase nos anos 90, a internet teoricamente sempre fez parte da minha vida. Porém, meu acesso a ela era bastante limitado. E meu interesse por ela também. Eu só fui ter um e-mail pessoal aos 18 anos. Computador em casa, só aos 20 – dois anos atrás. O pouco tempo que eu passava conectada era pra pesquisar sobre assuntos que não interessavam a ninguém do meu círculo além de mim, mas eram explorados por centenas de desconhecidos. O resto do tempo eu passava tentando colocar em prática os conceitos que vira on-line. Então eu fiz terrorismo poético, escrevi letra pra banda punk de fundo de garagem, escrevi textos e mais textos sobre Rimbaud e beatniks, aprendi a desenhar quadrinhos e o que era pop art.
Mas acaba que todo mundo “se vende ao sistema”. Mesmo que eu usasse meu conhecimento de PageMaker e tivesse uma máquina de xerox à minha disposição, em meados de 2006 eu fui desistindo aos poucos de toda a ideologia. Foi só em 2008 que, graças a uma paixonite frustrada, eu comecei meu primeiro blog. Depois de quase um ano eu abandonei ele, mas foi apenas um breve intervalo até que surgisse o segundo, até hoje no ar e que trata das minhas teorias furadas e eventos absurdos da minha vida. Paralelamente comecei o adspem, sobre a nova geração de publicitários, com a minha melhor amiga. A intenção era divulgar os trabalhos de gente da nossa idade, e lidar com os possíveis novos rumos da propaganda. Por fim, surgiu o Seje Menas – cujo intuito é divulgar aquilo que eu e o Tom temos em comum: o gosto musical e uma imensa curiosidade sobre tendências e o “cool” – um conceito bem amplo e variável, e por isso mais interessante ainda.
Apesar da relação entre blogs e fanzines ser discutível, não há como negar que os dois meios guardam muitas semelhanças nas propostas: divulgar conteúdo autoral sem intuito comercial, uma preocupação com a opinião maior que com fatos, tratar de temas pelos quais os autores sejam apaixonados, preencher as lacunas deixadas pela mídia tradicional, periodicidade variável e a possibilidade de constante mutação do formato. A intenção, tanto de um blog quanto de um zine, é fornecer informações que só chegarão ao mainstream com atraso, se chegarem. Tal premissa exclui os blogs de conteúdo inteiramente pessoal, mas esses também são enquadrados na categoria devido a outra característica típica: o desejo de ver seu ponto de vista repercutindo.
A importância e reconhecimento que os zines – como os blogs – podem vir a atingir/gerar, são outro assunto, que não vem ao caso. A questão é justamente que tais formatos, por princípio, são um meio e não um fim. Não visam resultados senão a divulgação e debate de um ou mais temas que são relevantes para seu(s) autor(es), e encontrar um grupo de leitores que se interessem pelo mesmo.
É por isso que a gente escreve aqui. O meu foco geralmente é música, o do Tom coolhunting e o da Raqs (que ainda não postou), sustentabilidade. Mas nada me impede de falar de design ou intervenção se me der vontade. O Tom volta e meia recomenda bandas. E todo leitor tem a liberdade – é inclusive encorajado – a sugerir pautas, comentar, etc. É pra isso que o campo de comentários existe, é por isso que tem o nosso e-mail (sejemenas@gmail.com) na barra lateral. Quanto mais participação e colaboração, melhor. =)
Se voce quiser saber um pouco mais, cola aqui no texto do Leo Lima pra Mood – que é um e-zine, by the way-, que tenta apurar melhor a história e disserta sobre a cultura e a evolução dos zines.
Ah, e se você quiser conhecer o meu lado egotrip, enjoy yourself here.

II) A Teoria das Janelas Quebradas

A Toeria das Janelas Quebradas foi apresentada em 1982, num artigo de James Q. Wilson e George L. Kelling. É um estudo sociológico do crime, desordem, e comportamento vândalo de forma geral, que basicamente afirma o seguinte: o comportamento individual é guiado por normas sociais, regras que determinam como o indivíduo deve agir mediante cada situação.
O ser humano está sempre atento ao outro e ao ambiente para entender o que é aceitável ou não. Ou seja, uma pessoa se comportará de acordo com as normas do grupo no qual está inserida. Quando não há outros ao redor, o indivíduo busca no ambiente sinais do que é permitido ou não. Em ambientes que oferecem a possibilidade de anonimato, são esses sinais que indicam quais as normas e qual o risco de ser pego caso elas sejam descumpridas.
Por exemplo, um prédio com algumas janelas quebradas. Se essas janelas não forem consertadas logo, a tendência é que vândalos quebrem mais algumas. Eventualmente, eles poderão invadir o prédio, viver nele caso esteja desocupado, etc. Ou então uma calçada qualquer. Se um pouco de lixo se acumular ali, logo as pessoas começarão a jogar mais lixo.
Em outras palavras, o crime sofre um processo de escalonamento. Caso os problemas não sejam solucionados quando ainda são pequenos, a desordem tende a se instalar.
Essa teoria ajudou a criminalidade em Nova York a ser reduzida pela metade na década de 90, e pode ser aplicada das mais variadas formas. Inclusive na utilização de mídias sociais – principalmente para negócios.
A web é um ambiente vasto, difícil de supervisionar e cujas regras são novas, flexíveis e em constante mutação. Os indivíduos têm a liberdade de se expressar como bem entenderem, e há a possibilidade do anonimato. Essa é sua maior virtude, mas também o maior risco que ela oferece.
Imagine sua empresa, site ou até mesmo sua vida pessoal como o prédio citado anteriormente. Se houver um arranhão na imagem dela, a tendência é que o boca-a-boca se espalhe e os danos tomem proporções imensas e muito além da esfera do on-line.
A melhor maneira de prevenir esses prejuízos é marcando sua presença on-line, e tendo uma resposta rápida para eventuais reclamações, críticas e boatos. Se você não criar uma página do seu negócio, muito provavelmente alguém criará, e você não terá controle nenhum sobre o tipo de informação que é fornecida ali. Abrindo um canal de diálogo direto com o consumidor, você ganha confiança das pessoas, que passam a tomar como referência a sua página, e não outras a seu respeito. Mesmo que o problema não possa ser solucionado imediatamente, o rápido reconhecimento dele é como um sinal. O usuário entende que não se trata de uma “terra de ninguém” e que não sairá impune caso seu comportamento seja inapropriado – leia-se ofensivo ou mentiroso -, e que tem a quem recorrer caso surja alguma dúvida. No caso da exposição pessoal é parecido. 
Resumindo: a internet vai te expor, queira você ou não. O problema é a natureza dúbia dessa exposição. O melhor jeito de usar a rede a seu favor é monitorando sua imagem, o que se fala a seu respeito, e oferecer o seu ponto de vista. Assim, qualquer comportamento predatório é logo eliminado e sobra só a parte boa, que é o reconhecimento, a interatividade e as infinitas possibilidades de conexão e aprendizado que a web oferece.

I) Indie Music

Outro dia rolou um debate sobre o que seria o “indie”. O rótulo tem se espalhado e diluído e cada vez é mais difícil distinguir o que realmente seria “indie”. 
Por princípio, “indie” seria apenas uma banda independente, que produz e distribui suas músicas sem nenhuma associação com grandes gravadoras. Ou seja, uma derivação da estética DIY do punk.  
Porém, essa forma de criação e divulgação de trabalho, por implicar um controle completo do artista sobre sua obra, acabou inspirando a utilização do termo para algo muito mais amplo do que apenas isso.
Mais do que álbuns cuja proposta era completamente independente da cena predominante da época, começou-se a associar a predominância das guitarras na composição das melodias, especialmente da distorção no som dessas. Nessa leva pós-punk da década de 80 vêem-se os fundamentos do que seria o rock alternativo dos anos 90, principalmente o grunge.
Os representantes mais marcantes dessa geração, em termos do que hoje se considera indie, são Pixies e Sonic Youth.
O Sonic Youth sobreviveu às mutações da música underground desde 1982, e se transformou num ícone dessas três gerações musicais do pós-punk. Liderado por Thurston Moore, Kim Gordon, e com letras altamente artísticas, suas músicas passaram do anti-pop ao fascínio com os prazeres desse, mas sempre do ângulo de alguém que não pertence a esse círculo.
Uma vez outsider, sempre outsider – mesmo com um grande contrato e tendo atingido o status de ídolos.

Superstar, versão para música dos Carpenters que entrou na trilha de Juno, um filme cuja estética é inteiramente indie, o roteiro também, e apesar de ter uma proposta “cult” tornou-se sucesso de bilheteria
Em 1987, os Pixies cruzaram o que se chamava de college rock com o pop, numa quase bizarra mistura da sensibilidade de um com os riffs sujos do outro, e adicionando a isso letras conceituais e virtuose de cada um de seus integrantes. A popularidade atingida pelos Pixies ultrapassa a do Sonic Youth, talvez pelo elemento intangível dessa mutação genética que eles criaram e pela estranha força de atração que ela exerce.

Where Is My Mind também é trilha de filme – Clube da Luta, baseado na obra de Chuck Palahniuk e um clássico do cinema
E aí chegamos ao Pavement, com suas letras cabeçudas cheias de figuras de linguagem e mensagens subliminares, guitarras pesadas e tudo que ajudou a definir o indie rock dos anos 90. O que era a princípio um projeto de estúdio de dois guitarristas, um deles sendo Stephen Malkmus – que aprendeu a tocar guitarra ouvindo Purple Haze, de Jimi Hendrix -, tornou-se um dos pilares da cena alternativa da década passada, sendo o traço mais marcante a ironia das letras. Cut Your Hair, a mais popular deles, trata de se vender ao sistema, atacando a importância da imagem e o declínio da indústria da música.

Então hoje você tem um álbum como Wolfgang Amadeus Phoenix, do Phoenix. As batidas são infinitamente mais digeríveis do que qualquer uma das anteriormente mencionadas, mas ainda assim os instrumentos utilizados são ou os mais baratos possíveis ou os mais raros e caros que se pode encontrar, gerando sons com mais respiro e ruídos, além da dissonância natural de um instrumento barato, e o descuido e liberdade com que ele pode ser utilizado proporcionam.
Mas o que se destaca são as letras. Lisztomania, a faixa mais popular do álbum, é uma óbvia referência à Franz Liszt, o compositor e pianista cujo virtuosismo ao piano elevou a técnica desse instrumento a níveis antes desconhecidos e revolucionou o romantismo enquanto estilo musical – “from a mess to the masses”, a própria letra diz.

Além dessa, temos Armistice, que usa do termo de guerra para descrever a oferta de paz num relacionamento. Paz com condições, uma negociação. Rome é a descrição do fim, utilizando a imagem das ruínas como parâmetro, e daí em diante.
Então voltando ao começo desse texto: o que É o indie?
Na minha concepção, essas três bandas sintetizam bem o conceito de “indie” que abrange de Death Cab For Cutie a Arcade Fire, passando por todos os subgêneros de lo-fi, experimental, etc.: a preocupação com a composição das letras, o cuidado em trabalhar cada palavra, contrastando com o aparente descuido melódico que resulta em distorções e ritmos novos. E acima de tudo esse olhar “de fora”. Indie pra mim é aquele grupo de pessoas que não iam dar em nada na escola: não eram muito bonitos, não tiravam as melhores notas e se faziam comentários aparentemente sem nenhum nexo.
Aqueles, sabe, que a direcção sempre dizia não estarem usando todo seu potencial?
Pois é, indie pra mim é isso. Outsiders que abriram mão de tentar se encaixar e abraçaram sua esquisitice como a melhor forma de se destacar. Como eu era. Como eu sou. Como eu continuarei sendo.

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